quinta-feira, 23 de outubro de 2008
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
a propósito do blogue do Pedro
Há mais de um ano que penso partilhar aqui no Clube aquele que é um dos mais vibrantes l
ugares culturais e filosóficos da blogosfera, o blogue do Pedro Santana Lopes.
Já há alguns terei revelado que fui vizinho do Pedro, por duas vezes. A primeira quando ele namorava a Cinha Jardim, a segunda quando saía com a Catarina Flores.
Nunca eu disputaria uma namorada ao Pedro, posto que, ao contrário dele, tendo mais para a estabilidade e privilegio a beleza total, conceito sobre que um dia elaborarei melhor. Foram por isso sempre pacíficas as nossas fugazes convivências de bairro. Uma vez ou outra até nos dissemos bom dia.
Claro que o Pedro, uma meia-dúzia de anos mais velho, cedo se tornou um bocado mais famoso que eu. Por mim, dispensaria boa parte dessa fama, que não é em boa verdade prestígio. Se calhar também ele. Ou não.
Mas há um ponto em que o Pedro e eu nos aproximamos, o apreço pela intensidade, a valorização da emocionalidade no estar público.
Por isso eu, que não aprecio o Pedro político, reconheço as qualidades do Pedro que sofre quando mal tratado. Se um dia o tivesse de aconselhar dir-lhe-ia que se deveria dedicar ao showbiz... ou à blogosfera. Vejam por exemplo esta nota cultural sobre o "Mamma Mia", filme tão do apreço de vários dos nossos clubistas. Queremos mais disto ó Pedro.
ugares culturais e filosóficos da blogosfera, o blogue do Pedro Santana Lopes.Já há alguns terei revelado que fui vizinho do Pedro, por duas vezes. A primeira quando ele namorava a Cinha Jardim, a segunda quando saía com a Catarina Flores.
Nunca eu disputaria uma namorada ao Pedro, posto que, ao contrário dele, tendo mais para a estabilidade e privilegio a beleza total, conceito sobre que um dia elaborarei melhor. Foram por isso sempre pacíficas as nossas fugazes convivências de bairro. Uma vez ou outra até nos dissemos bom dia.
Claro que o Pedro, uma meia-dúzia de anos mais velho, cedo se tornou um bocado mais famoso que eu. Por mim, dispensaria boa parte dessa fama, que não é em boa verdade prestígio. Se calhar também ele. Ou não.
Mas há um ponto em que o Pedro e eu nos aproximamos, o apreço pela intensidade, a valorização da emocionalidade no estar público.
Por isso eu, que não aprecio o Pedro político, reconheço as qualidades do Pedro que sofre quando mal tratado. Se um dia o tivesse de aconselhar dir-lhe-ia que se deveria dedicar ao showbiz... ou à blogosfera. Vejam por exemplo esta nota cultural sobre o "Mamma Mia", filme tão do apreço de vários dos nossos clubistas. Queremos mais disto ó Pedro.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
terça-feira, 14 de outubro de 2008
sábado, 11 de outubro de 2008
medos
Em quatro décadas e meia uma pessoa vive sensações de medo de todo o tipo e origens.
Em miúdo levei porrada e dei em igual medida, procurando inspirar medo dissuasor nos contrários. Já adulto ameaçaram-me não sei quantas vezes, fizeram círculos ameaçadores à minha volta, mostraram-me e quase golpearam com facas, chaves de parafusos e até gargalos partidos de garrafas, encostaram-me uma seringa ao peito, insultaram-me publicamente no nível mais abjecto, fizeram-me telefonemas com silêncios pouco menos que aterradores, enfim, de quase tudo já experimentei. De uma ou doutra forma, quase sempre a minha retórica e alguma habilidade para o "jogo" psicológico em ambientes de stress foram prevenindo males maiores.
Mas há um medo para o qual nunca consegui o antídoto certo, o medo dos cães. Eu que até vivi 11 anos com a Kimba, uma maravilhosa "pastor alemã".
Tudo terá começado junto da casa da minha avó, na Lapa, em Lisboa. Era um par de autênticos seguranças caninos que por lá se passeava, com a missão de guardarem uma fábrica de tintas. Eu era ainda petiz e já tinha de correr desalmado à frente deles. Creio até que veio daí a minha ulterior fama de velocista. Nem tinha outro remédio.
Muito mais tarde, num dos primitivos empregos, de montador de antenas TV, mal entrava eu no hall de uma casa chique da Lisboa tradicional e eis que vejo vir disparada até à minha anca uma redonda e pequena cadela. Foi uma dentada que nunca esquecerei e a materialização de uma inamistosa relação que contra mim mobiliza indivíduos que não se conhecem entre si, mas que inapelavelmente me maltratam e face aos quais a minha retórica de nada vale. Deve ser uma questão de cheiro.
Vem isto a propósito de mais um "close encounter", esta manhã. Voltei a defrontar o furioso olhar de uma fera de tamanho razoável, que me mirou para avaliar se valeria a pena talvez ferrar-me. Não o fez. Imagino que tenha percebido que neste corpo já mora a marca da sua espécie. Deu meia volta e retirou em passo atlético.
Em miúdo levei porrada e dei em igual medida, procurando inspirar medo dissuasor nos contrários. Já adulto ameaçaram-me não sei quantas vezes, fizeram círculos ameaçadores à minha volta, mostraram-me e quase golpearam com facas, chaves de parafusos e até gargalos partidos de garrafas, encostaram-me uma seringa ao peito, insultaram-me publicamente no nível mais abjecto, fizeram-me telefonemas com silêncios pouco menos que aterradores, enfim, de quase tudo já experimentei. De uma ou doutra forma, quase sempre a minha retórica e alguma habilidade para o "jogo" psicológico em ambientes de stress foram prevenindo males maiores.Mas há um medo para o qual nunca consegui o antídoto certo, o medo dos cães. Eu que até vivi 11 anos com a Kimba, uma maravilhosa "pastor alemã".
Tudo terá começado junto da casa da minha avó, na Lapa, em Lisboa. Era um par de autênticos seguranças caninos que por lá se passeava, com a missão de guardarem uma fábrica de tintas. Eu era ainda petiz e já tinha de correr desalmado à frente deles. Creio até que veio daí a minha ulterior fama de velocista. Nem tinha outro remédio.
Muito mais tarde, num dos primitivos empregos, de montador de antenas TV, mal entrava eu no hall de uma casa chique da Lisboa tradicional e eis que vejo vir disparada até à minha anca uma redonda e pequena cadela. Foi uma dentada que nunca esquecerei e a materialização de uma inamistosa relação que contra mim mobiliza indivíduos que não se conhecem entre si, mas que inapelavelmente me maltratam e face aos quais a minha retórica de nada vale. Deve ser uma questão de cheiro.
Vem isto a propósito de mais um "close encounter", esta manhã. Voltei a defrontar o furioso olhar de uma fera de tamanho razoável, que me mirou para avaliar se valeria a pena talvez ferrar-me. Não o fez. Imagino que tenha percebido que neste corpo já mora a marca da sua espécie. Deu meia volta e retirou em passo atlético.
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Jornal de Angola!
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Ma che bella Pizza!
Não resisti a assinalar, aqui no clube, aquele que para nós já é um ritual de culto: Ir comer as “nossas” pizzas picantes... E hoje foi dia!Dia de ir aconchegar o nosso estômago
Dia de juntar um grupo de amigos à mesa
Dia de pizza picante ao almoço
Que venham muitos mais dias destes ao almoço, é sinal que aqui estamos todos juntos. Senão, que seja ao jantar ou ao fim-de-semana, mas que o culto se mantenha e o fantástico grupo também!
Ma che bella Pizza!... Non è vero?
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Vinil

Como entre o nosso grupo de bloguistas existem fãs de Vinil, eis que vos venho dar uma informação que penso poder ser para vós importante e a reter... No Terreiro do Paço, debaixo das Arcadas, ao fim-de-semana podem encontrar Discos em Vinil, Singles e LP’s, à venda por 0,50€, 1€ e 2€...
Quem sabe não será uma boa dica e esteja por lá alguma preciosidade!
Quem sabe não será uma boa dica e esteja por lá alguma preciosidade!
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coisas do Clube
a boa estrela do meu jardim, o melhor do mundo
Todos os primeiros domingos de cada mês, o jardim da Estrela, em Lisboa, como é bem sabido o melhor jardim do mundo, tem agora uma feirinha de "Crafts & Design", com umas trinta barraquitas, tem um belo teatrinho, ontem com dezenas de espectadores e uma "produção" muito profissional e tem por todos os seus espaços muita gente de todas as idades e uma alegria que parece não parar e se nos contagia, pondo-nos a rir o tempo todo.
Pelo menos ontem era assim.
Ah, e o espaço infantil tem agora uma girafa e um leão.
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
A vida ao contrário
“Na minha próxima vida quero vivê-la de trás para a frente. Começar morto para despachar logo esse assunto. Depois acordar num lar de idosos e sentir-me melhor a cada dia que passa. Ser expulso porque estou demasiado saudável, ir receber a pensão e começar a trabalhar, receber logo um relógio de ouro no primeiro dia. Trabalhar 40 anos até ser novo o suficiente para gozar a reforma. Divertir-me, embebedar-me e ser de uma forma geral promíscuo e depois estar pronto para o liceu. Em seguida a primária, fica-se criança e brinca-se. Não temos responsabilidades e ficamos um bébé até nascermos. Por fim, passamos 9 meses a flutuar num spa de luxo com aquecimento central, serviço de quartos à descrição e um quarto maior de dia para dia e depois Voila! Acaba com um orgasmo! ”
Woody Allen
Woody Allen
sábado, 27 de setembro de 2008
Paul Newman: o adeus (também) ao amador de automóveis

Poucos saberão que Paul Newman, para lá de galã cimeiro e actor ainda maior, foi um bom piloto de automóveis, iniciando-se embora tarde de mais, já depois dos cinquenta anos.
Correu em automóveis da mais elevada performance e disputou corridas até perto dos oitenta anos. Ganhou várias.
Há cerca de uma década comprou com o seu amigo Carl Haas uma equipa para disputar o campeonato mais veloz de carros com rodas destapadas que há nos Estados Unidos, os "Fórmula Indy" (espécie de Fórmula 1 à americana), que correm as célebres "500 milhas de Indianápolis".
Pessoa notável, liberal dos mais autênticos em Hollywood, actor de grande cultura, gostaria que soubessem os leitores que também no desporto automóvel se perdeu hoje um dos seus mais verdadeiros e reputados amadores.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
A gastrografia das minhas férias (em prémios)

Em 2008 as minhas férias passaram-se entre caminhos e roteiros ditados por um estômago teimosamente guloso e dificilmente saciável. Foi com ele que reuni para decidirmos dos nossos “Gastronóscares”.
Descoberta: “O Lobo do Mar”, na extrema piscatória de Sesimbra. Como a sua localização faria adivinhar, juntinho à lota e ao porto de pesca, um lugar só para fãs de peixe.
Maturidade: “O Bataréo”, em Setúbal. O melhor peixe disponível acima do Algarve, para gente economicamente “normal”. Colheita escolhida e oferecida por gente que veio do mar.
Peixe: ex-aequo, dois bezugos grelhados n’ “O Lobo do Mar” e o polvo cozido com todos, no “Pátio dos Marialvas”, na Ericeira.
Carne: “piano” de porco grelhado, no “Carloto”, na Areia, junto ao Guincho.
Sobremesa: tarte de requeijão, no “Caneira”, em Negrais.
Doçaria: “Nevadas”, bolo conventual de Lorvão, região de Penacova, perto de Coimbra. Na região de Lisboa é dificílimo de encontrar.
Sítio óptimo para doçómanos: “Briosa”, em Coimbra, bem perto do rio Mondego. Para lá das “Nevadas” e dos “Pastéis de Lorvão”, têm uma oferta regional de uma variedade nunca encontrável em Lisboa, que inclui ainda mega-suspiros e pão requintado.
Dito isto, lá vou eu ali à dispensa sacar algo assim como... talvez uma queijadinha com nozes da Casa Gama, na Ericeira. E isto porque não há ouriços, da “Casa dos Ouriços”. É que desses comi ontem. E hoje já não há.
Pois então adeus que estou com fome.
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Smallest man meets woman with longest legs

He Pingping from Inner Mongolia, China's autonomous region, the world's smallest man sits underneath Svetlana Pankratova from Russia, the Queen of Longest Legs, as they pose at Trafalgar Square in London, Tuesday, Sept. 16, 2008. Pingping, born with primordial dwarfism, holds the Guinness World Record for the smallest man at 74.61 cms (2 feet and 5.37 inches) and Pankratova holds the Guinness World Record for the longest leg of any woman at 132 cms (4 feet 4 inches) in length.(AP Photo/Sang Tan)
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Seguramente não se trata de desporto

O "Inferno" do futebol em São Petersburgo
Um adepto do Zenit de São Petersburgo, mascarado e com uma t-shirt onde se podia ler “Bem-vindos ao Inferno”, sobressai no meio do fumo criado pela claque do clube local na recepção ao CSKA de Moscovo.
Apesar do “aparato bélico”, foi a equipa da capital russa a levar a vitória para casa, por 3-1. Foto: Alexander Demianchuk/Reuters
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Também é o nosso Mundo
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
em defesa do "bom nome" de Sergei Rachmaninov
Fui hoje testemunha de uma tentativa pública de diminuição da "persona" artística do compositor russo Sergei Rachmaninov. Ora, isso não podia passar sem a devida resposta.
O concerto nº 2 para piano e orquestra, de que aqui trago um extracto, é das mais belas peças musicais que algum dia a arte humana conseguiu ou conseguirá criar. E, como esta, Rachmaninov escreveu inúmeras obras solistas ou orquestrais que estão nos píncaros, quase sempre muito acessíveis e emocionais.
Nos Estados Unidos, em pequenas e grandes cidades, foi mesmo como que tornado um "americanizado", sendo dos compositores mais tocados e com mais público em quase todo o século XX, ombreando com gigantes americanos como Gershwin e inspirando filmes, bailados ou peças teatrais.
Então oiçam como começa esta obra-prima, aqui na interpretação de dois outros génios, o pianista Alexis Weissenberg e o maestro Herbert Von Karajan.
Um dia agradecer-me-ão pela revelação.
O concerto nº 2 para piano e orquestra, de que aqui trago um extracto, é das mais belas peças musicais que algum dia a arte humana conseguiu ou conseguirá criar. E, como esta, Rachmaninov escreveu inúmeras obras solistas ou orquestrais que estão nos píncaros, quase sempre muito acessíveis e emocionais.
Nos Estados Unidos, em pequenas e grandes cidades, foi mesmo como que tornado um "americanizado", sendo dos compositores mais tocados e com mais público em quase todo o século XX, ombreando com gigantes americanos como Gershwin e inspirando filmes, bailados ou peças teatrais.
Então oiçam como começa esta obra-prima, aqui na interpretação de dois outros génios, o pianista Alexis Weissenberg e o maestro Herbert Von Karajan.
Um dia agradecer-me-ão pela revelação.
terça-feira, 16 de setembro de 2008
hoje que se fala dos Pink Floyd por tristes razões...
... ouçamos um extracto de "Shine On You Crazy Diamond", composição de David Gilmour, Richard Wright e Roger Waters para o álbum "Wish You Were Here", de 1975. As imagens do clip retratam momentos "ácidos" de Syd Barrett, o primeiro líder dos Floyd, a quem "Shine On..." foi dedicado.
Agora que morreu o Richard, dois anos depois do Syd, que vivam para sempre os Pink Floyd.
Mas calo-me já, pois há no Clube especialistas "floydianos" a sério (hey you!).
domingo, 14 de setembro de 2008
notícias da criminalidade noutras paragens

Bear convicted of stealing honey
Mar 13, 2008
SKOPJE – A Macedonian court convicted a bear of theft and damage for stealing honey from a beekeeper who fought off the attacks with thumping "turbo-folk" music.
"I tried to distract the bear with lights and music because I heard bears are afraid of that," Zoran Kiseloski told top-selling daily Dnevnik after the yearlong case of the bear versus the beekeeper ended in the beekeeper's favour.
"So I bought a generator, lit up the area and put on songs of (Serbian "turbo-folk" star) Ceca."
The bear stayed away for a few weeks, but came back when the generator ran out of power and the music fell silent, Kiseloski said, adding, "it attacked the beehives again."
A court in the city of Bitola found the bear guilty, and since it had no owner and belonged to a protected species, ordered the state to pay the 140,000 denars ($3,500 U.S.) damage it caused to the hives.
There was no information on the whereabouts of the bear."
o imbatível Reininho

Gosto imenso de ler entrevistas de Verão, ligeirinhas, em que se puxa pelo humor e pela inventividade de pessoas que conhecemos.
Acho até que é mais neste registo, às vezes brincalhão e despretensioso, que muitas vezes se revelam as pessoas mais interessantes.
Um dos ganhadores, para mim, é quase sempre o Rui Reininho.
Entre outras respostas giríssimas que esta semana dava ao PÚBLICO, a dada altura a pergunta/dica parecia desta vez bem séria: "Opus Dei?". A resposta do Rui: "Opus Day, Copus Night".
"go away Ike. Tina ain't here"

"James Welch looks down at the flood waters surrounding his home as winds from Hurricane Ike begin to pick up in Galveston, Texas September 12, 2008. Massive Hurricane Ike bore down on the Texas coast on Friday, driving a wall of water into seaside communities and threatening catastrophic damage."
foto REUTERS/© Jessica Rinaldi / Reuters
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
terça-feira, 9 de setembro de 2008
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
quem disse que os chineses são todos iguais? olhem este chinezito
um habitante menos conhecido (que por exemplo Sarah Palin) do Alaska
domingo, 7 de setembro de 2008
não, não é meu.

A propósito de um dos escândalos que mais ameaça a paz e o equilíbrio das instituições na Europa, a gravidez com pai incógnito da elegantíssima ministra da Justiça da França, esclareço publicamente que não, não é meu o filho que Rachida Dati já exibe publicamente.
Deve por isso continuar a explorar-se outras possibilidades, que a partir deste momento ganham muito mais consistência, como as de Jose Maria Aznar e Sarkozy, de quem espero agora atitude de idêntica frontalidade como esta minha.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
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