quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Tango

O Vítor tem colocado muitos tangos aqui no blog e eis o que está por detrás desta dança/música.

O tango pode ser um dos ritmos de dança mais sensuais e está entre os preferidos por dançarinos de todo o mundo. É uma dança de "pasion" e desejo, com um ar dramático e furtivo entrelaçado com movimentos fortes que tornam esta dança ou música difícil de resistir.

Durante muito tempo, o tango foi uma dança proibida, pelo facto dos casais se apresentarem com os rostos bem colados e em passos sensuais. Reabilitado, foi moda na Europa no início da década de 1900. O segredo residiu em adoptar uma postura considerada mais correcta, conseguindo também executar os movimentos sensuais e de gato que o caracterizam.


No tango europeu, que segue o estilo idealizado na França, o cavalheiro apenas conduz a dama pelo salão, seguindo a marcação da música, quase que marchando com muitos movimentos de cabeça para os lados. Já o argentino compreende alguns rodopios e malabarismos com as pernas, chamados de corte.

Apesar de actualmente ser conhecido como um ritmo característico da Argentina (Buenos Aires e Montevidéu), há quem diga que a origem do tango está em África e defendendo que os escravos negros levados de lá para a América Central, levaram consigo os seus principais costumes, entre os quais uma dança denominada Tangano.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

De sapo a príncipe...

Quem é este totó? Dizem vocês!!!

É um dos maiores e mais desejados sex-symbols da actualidade (Patrick Dempsey)! Há pois, é! O sapo virou príncipe e hoje é um verdadeiro quebra corações com o seu charme e sensualidade! Penso que fez cirurgia plástica ao narizito, mas depois de ver o resultado final "Who cares?". Todos nós temos fotos de que não nos orgulhamos, mas este senhor coitado deve mesmo querer esquecer estas fotos. Tão feinho e sem graça que ele era, tão giro e charmoso que é agora!!!!








terça-feira, 13 de novembro de 2007

No se me cantam los cataplines !!!


Caros membros do já muito famoso Clube chk,

Algum dos seus ilustres membros já começou a interiorizar a ideia de que estamos a pouco mais de um singelo mês do Natal ! pois é o Natal... e já agora algum dos digníssimos membros deste selecto e próspero Club chk, já começou a interiorizar a ideia de que daqui a ca. de 48 dias, mais dia menos dia, estamos em 2008 ! pois é o Reveillon.

E já algum dos nossos distintos membros tem alguma ideia onde vamos passar essa bela noite... por certo não a comer nada Tailandês e tão pouco a ouvir batucadas inusitadas em tão auspiciosa noite.

Pois é, vamos lá a organizarmo-nos para que se combine com tempo e opções qb o nosso Reveillon.

Cruzemos ideias por favor.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

domingo, 11 de novembro de 2007

hoje é o Dia da Memória, no Reino Unido

transcrevo do Público on line:

"Papoilas vermelhas sobre um jardim de cruzes assinalam o Dia da Memória, que se comemora hoje, no 89ª aniversário do armistício que pôs fim à I Guerra Mundial. A data tem grande visibilidade no Reino Unido, onde são homenageados os soldados mortos nos vários conflitos em que o país esteve ou está envolvido."

Foto: Dylan Martinez/Reuters


A simbologia da Papoila vermelha (que vemos na lapela das mais variadas figuras públicas britânicas, há já semanas) teve por inspiração este belo poema, de John McRae:


"In Flanders Fields

In Flanders fields the poppies blow

Between the crosses, row on row,
That mark our place; and in the sky
The larks, still bravely singing, fly
Scarce heard amid the guns below.

We are the Dead. Short days ago
We lived, felt dawn, saw sunset glow,
Loved and were loved, and now we lie
In Flanders fields.


Take up our quarrel with the foe:
To you from failing hands we throw
The torch; be yours to hold it high.
If ye break faith with us who die
We shall not sleep,
though poppies grow
In Flanders fields."


Pensa-se que John McRae escreveu este poema, ou pelo menos o seu esboço, no mesmo dia em que morreu, vítima de uma bomba alemã, o seu amigo e camarada de trincheira da famosa 2ª batalha de Ypres, na Bélgica, o tenente Alexis Helmer. Seria o dia 2 de Maio de 1915.

Canadiano em combate pelas tropas britânicas, médico militar, o major McRae evoca no poema a coexistência entre vida e morte, com as cruzes dos cemitérios em combate dispostas bem no meio dos viçosos campos de papoilas da região de Ypres, na Flandres.





Toca-me especialmente esta celebração, pois também o meu avô, Francisco António dos Reis, combateu em Ypres, na igualmente famosa batalha de La Lys, em 1918, integrando o CEP - Corpo Expedicionário Português.

Foi este, talvez, um dos mais dramáticos episódios da história militar portuguesa, com cerca de 7.500 mortes portuguesas ocorrendo em um só dia, a 9 de Abril, também às mãos dos alemães.

Como se depreende pela ainda existência deste escriba, o meu avô Francisco sobreviveu a esse terrível dia.

G and the Storytellers

Fique o pessoal do Clube ! a saber que, quem ontem não esteve ao fim da tarde no parque de Telheiras, perdeu uma excelente oportunidade de conhecer um projecto musical de refinado bom gosto e de passar uma boa hora de interessante experiência espiritual (cultura é sobretudo espírito, não é?).

G and the Storytellers começa por ser um nome engraçado e quase original (já houve G. Love and the Special Sauce) para uma ideia, um desígnio cultural, em que todos parece poderem sair a ganhar.
É claro que Gonçalo Abrantes, o compositor e líder vocal, é a referência central, aliás brilhante, do som mostrado. Só que o seu potencial estético precisa da força multi-instrumental que o Simão Martins e o João Francisco lhe podem trazer, assim diminuindo o risco de se tornar um puro projecto romântico, zona perigosa, pela ameaça de banalidade, que o Gonçalo quase ultrapassa quando está nas suas baladas a solo.

Se a experiência decisiva que fica é ouvir a magnífica voz do Gonçalo (é verdade que com evidentes pontos de contacto com a voz universalmente admirada, por maravilhosa, de Antony), que é uma boa revelação escutar alguns dos seus belos arranjos e a sua inegável capacidade composicional, interessa-nos também testemunhar que os dois ex-Skizz estão já num registo de outra maturidade, idealmente ambos a caminho de ainda melhor partilharem a condução criativa do projecto, trazendo-o talvez para um registo mais rítmico, mais Pop e menos crooner, para utilizar um palavrão de gíria.
Não faltam referências úteis para uma possível inspiração do som futuro. Ocorrem-me quatro: Pulp, Blur, Prefab Sprout e Dead Combo.

Mas que o som que já existe é bonito, sedutor e fortemente encorajador, lá isso é.

Fica uma constatação/sugestão ao clã Martins: este é o som óbvio para banda sonora da exposição de Constância. E porque não também um concerto no dia de lançamento?

sábado, 10 de novembro de 2007

Convite para hoje às 19h

Meus caros e (chk) colegas e amigos

Como papá baboso que sou, venho convidar-vos a assistir ao concerto do novo projecto musical em que o "meu mais velho" toca guitarra(s) e viola de arco. O concerto está inserido no I Festival de Telheiras, cujo programa anexo.

E meus meninos e meninas a verdade é esta: Isto vai ser em Telheiras, finérrimo não acham? Agora que até somos chiques ou (chk). Vá lá, apareçam por volta das 18 para tomarmos uma bebida e depois quem quiser ainda vai ao jantar do Bruno às 20/20h30.

Festival jovem de Telheiras
Vai ter lugar no próximo fim de semana, dias 10 e 11 de Novembro, o I Festival de Telheiras, organizado pelo grupo ART Jovem, a ter lugar nos Jardins da Praça Central de Telheiras, junto à estação do Metropolitano.

Num colorido folheto profusamente afixado no bairro, apela-se à participação dos moradores em actividades para toda a família, entre as 14h30 e as 19h30, desde a feira da tralha, desporto, workshops, concertos, actividades para crianças e comes e bebes.

Toda a organização é da responsabilidade de um grupo de jovens residentes em Telheiras.

Do programa destaca-se, no sábado, workshops de Hip-hop e Tai-chi, leituras infantis e dois concertos por bandas locais. No domingo, novos workshops de Hip-hop e de Yoga, e dois novos espectáculos musicais com intérpretes jovens.

A entrada é livre.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

levantem-se ó laços com classe, contra o desânimo




(o fim d)a minha tarde no Parlamento


Afinal, ainda não foi desta que os meus “mocassins” foram postos à prova e o meu comportamento pareceu deixar descansados os homens da segurança pública.

Escolhi a segunda fila da galeria 1, logo por detrás da área para fotógrafos e camera men (da RTP e da SIC). Palpitei que ali podia haver acontecimento. E houve mesmo.
É que o pobre do ministro Manuel Pinho nem imagina o quão intensamente foi a sua sonolência sendo documentada. “Lá está ele, já recomeçou”. Riam-se contidamente os media men e click, click, click.
Mas o Manuel Pinho tem mesmo uma forma bem peculiar de dormitar. Fecha os olhos, os braços cruzados, o pescoço erecto, o corpo em postura atentíssima. Mas os olhos fechados. Por vezes abre o olho direito, investiga, roda 10º a cabeça e fecha de novo o olho. O direito. O esquerdo sempre fechado. Tudo isto virado escancaradamente para a assembleia e as galerias. Ás vezes lá coloca a mão esquerda, para melhor suportar o esforço.

Já o Pedro chegou 10 minutos antes do seu momento para discursar.
Nervoso, vergado, ansioso. Sobe as escadas, chega-se ao púlpito e logo ao habitual tumulto da sala do palácio se substitui num repente o silêncio, como se fosse missa e tivesse chegado o bispo.
Há de facto qualquer coisa de especial no Pedro, uma aura, uma carga dramática, uma capacidade teatral que poucos em Portugal conseguem assim impor às audiências.
Fez um discurso como é de sua arte, aos solavancos nas ideias e argumentos, mas em crescendo de decibéis, em crescendo de gesticulação, e definitivamente ancorado no passado, no seu passado.
Esteve o Pedro vibrante.
A bancada PSD aplaudiu no final com intensidade, todos menos um em pé, como se acarinha o bandarilheiro que acabou a sua faena. Cheguei aliás a esperar que alguém o levantasse em ombros.
Mas de facto, consideração de vizinho à parte, nada disse o Pedro que em outras bocas não passasse por um chorrilho de banalidades.
Mas é assim o Pedro. Nele é tudo cena, palco, holofotes, microfones, público.
O Pedro é um animal de multidões. Que importa o que diz se o diz tão bem, tão sinceramente, o tom tão grave e tão determinado? O povo (mesmo o povo parlamentar) adora sentir a determinação. Pode ser asneira, mas se for proclamada com determinação soa sempre bem. E o Pedro é um autêntico herói romântico, tal qual um guerreiro senhorial japonês de há 500 anos.
Discursou e saiu. Tinha feito o seu papel. Quase todos os outros parlamentares ficaram.
Sem o Pedro na sala, já pouco adiantava a minha presença. Senti que cumprira o meu papel de bom vizinho.


Já nas escadas, dei comigo a pensar no que se passou com o super boxeur Mike Tyson, que disputou o seu último combate com Lennox Lewis, em 2002, uma década depois do seu período de reinado e esplendor. Mike caiu então sovado e humilhado que nem principiante e acabou a noite com um nunca compreendido gesto, ao limpar com o seu dedo uma pinga de sangue no rosto do seu carrasco. Terminou em sangue, caída no tapete e desfeita numa noite a glória do maior boxeur do nosso tempo. Muitos leram ali um espírito de querer o herói “morrer onde matei”. Dedica-se hoje à criação de pombas, parece. Não sei se o Pedro conhece a história.

Ânimo a todos nós!

Hoje, alguns, senão 99%, dos Bloguistas deste CLUBE estão a precisar duma injecção de ânimo!

Dum abraço








Dum sorriso

e se possível que este se transforme em gargalhada






Ei-los!...

Beijos a TODOS!

Vai onde a boca te leva!









Aqui fica a nota para abrir o apetite aos mais gulosos, em especial para os nossos Vítor e Luís!
Mais pormenores em http://docesconventuais.terradepaixao.net/
até tem receitas....a broa de ovos parece-me muito bem!

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

A bela e o monstro

Há quem saiba da minha relação com a Fátima Campos Ferreira. É das coisas de que não faço mesmo segredo. Ela é que ainda não sabe. Mas isso um dia resolve-se.
Menos pontual do que me é costume, só ontem, insónia adentro, pude ver a gravação do “Prós e Contras” da segunda-feira passada.
E não é que de repente me dou conta de que estava lá, no auditório, o Manuel 25?! Ainda por cima em pose de ataque, o colarinho semiaberto, óculos escuros e tudo?
Perguntará o leitor quem é o Manuel 25?
O Manuel Jerónimo terá hoje uns quase 70 anos e preside a uma qualquer confederação de pensionistas e idosos.
Mas aqui há uns anos o Manuel, homem nascido no Bairro da Boavista e residente na Brandoa, foi um tipo importante na secção do PS da Amadora e, terceiro suplente que era da lista por Lisboa (numa ocasião em que todos os anteriores tinham sido chamados para ministro, secretário de estado ou director-geral), quis o azar da nação que chegasse a deputado. Falamos daquela era em que o PS se especializava em elites do género, como o também célebre cantoneiro de Rãs, o Tino.
Deliravam os jornalistas então com o que seria a primeira intervenção do novel deputado Manuel 25 e nunca mais ela sucedia. Estava-se em 1996, creio, e só depois de largos meses, muitos clamores da Amadora e inúmeras resistências dos dirigentes PS, se chegou o Manuel à tribuna.
Cito de memória:

“Senhoras deputadas e senhores deputados. Tenho muita honra em que finalmente se dê a voz ao representante da Amadora, que sou eu, o Manuel 25. Acho que devo começar por explicar porque é que me chamam Manuel 25. É que eu tenho um dom especial, que a natureza me deu e deve ser por isso que lá os amigos e as amigas – sorriso largo no seu rosto quando mudou o género - me chamam o Manuel 25, ou só o 25”.

Consta que houve largo número de deputadas e até um ou outro deputado com visíveis convulsões no hemiciclo (hemiciclo não é piada).

Percebem agora a minha preocupação desta madrugada?
Então e a dada altura não é que decide a Fátima descer do palco e dirigir-se ao Manuel? Tivesse sido em directo e ainda eu tinha telefonado a prevenir: cuidado com a distância mínima recomendável! Mas não. Discursou o Manuel ao seu melhor nível de fadista marialva e manteve sempre a Fátima distância prudente. Prudente em centímetros, quero eu dizer.

Uma tarde no Parlamento (I)


Tinha planeado ir esta semana ao Algarve, a Olhão, para finalmente comer o Arroz de Lingueirão que este ano em Lagoa e em Lagos escandalosamente não me ofereceram.
Mas na terça-feira tive um sobressalto. O Pedro Santana Lopes, já por duas vezes meu vizinho, estava em dificuldades.
Empossado de fresco como líder parlamentar do PSD, foi engolido, digerido e expelido em três tempos pelo verbo avassalador do primeiro-ministro.
Eu tinha de fazer alguma coisa.
Por isso, na quarta-feira, entre o Arroz de Lingueirão ou ir ajudar o Pedro, decidi-me obviamente pela segunda hipótese.
É preciso esclarecer em que circunstâncias foi o Pedro meu vizinho.
Primeiro, quando vivia com a Cinha, ou a Cinha com ele, na Rua de Santo António á Estrela. Tinha o infeliz de pagar um apartamento com renda de 500 contos por mês, tarefa nada fácil para quem pouco mais então ganharia como secretário de estado.
Foi vizinho ainda mais perto o Pedro quando começou a trabalhar como advogado em escritório da minha rua, a Travessa de Santo Ildefonso. Foi nessa altura que começou também a namorar a Catarina Flores, que morava no mais belo prédio da Rua de S. Bernardo. Era enternecedor observar o Pedro, tão diligente e romântico, sendo frequente vê-lo a levar o cãozinho da Catarina pela trela.

Ora lá fui eu na quarta-feira ao Parlamento, como não fazia há uns 20 anos.
Fiz fila junto ao Palácio, uns 20 minutos antes das 3 da tarde e experimentei aí uma nova categorização para a minha pessoa. Passei a ser um “individual”. Era o território da PSP, dos “walkie-talkies”, das divisas que nunca conheço, das grandes tensões da treta a bem da segurança da nossa elite e das conversas em código de nível do Intendente ou do Casal Ventoso (conheço bem o segundo, previno já).
E eu de ganga, a fralda fora, a barba por fazer.
Havia mais 14 “individuais” para subir às galerias, humanos quase todos compostos, com gravatinha e blazer.
Estava eu à porta, em fila, passa o deputado Luís com a deputada Helena e “boa tarde senhores deputados”, elabora o mui divisado PSP organizador dos “individuais”. Estaca-se o deputado, olha para mim e dispara um típico “’tás bom?”. Respondo com um talvez demasiado sonante “’tás bom Luís?”. Aí o PSP olha-me gravemente, como que censurando um tratamento tão impróprio dirigido por um “individual” a um senhor deputado.
Percebi então que acabara, talvez, de proporcionar a ilustração do meus traços físicos e indumentários a jusante, quem sabe se para prevenir outros tratamentos informais, da galeria para a Câmara, isto é a bem da nação.
Depois de me despojarem os PSP’s de tudo, óculos de sol, blusão de ganga (reconheço que não era a indumentária mais apropriada, talvez por isso), chaves do carro, carteira, telemóvel, subi ao terceiro andar e perguntei ao primeiro polícia que encontrei pelo WC. Resposta pronta e sisuda: “é xó um bocadinho que eu já faxo uma alocuxão xobre temas importantes como exe”.
Daí a minutos, o boné posto em leve obliquidade e lá viria a ansiada explicação sobre onde ficavam os WC e sobretudo três insistências na proibição de os “individuais” se dirigirem da galeria à Câmara de algum modo, ou menos ainda manifestarem-se com comentários ou palmas. Em duas das três vezes notei que olhou para mim, avisado talvez, não fosse eu lembrar-me de um “’tás bom Pedro?”, ou, pior ainda de um “’tás bom Zé?”. Eu que quanto muito seria capaz de um “’tás bom Francisco?”, ou de um “’tás boa Helena?”. Mas isso os senhores PSP’s não sabiam.
O certo é que eu era na quarta-feira um “individual” sob apertada observação.
Pelo sim pelo não fui procurando lembrar-me das tácticas de fuga dos filmes dos anos 70 de “dirty” Harry/Clint Eastwood. Vejam lá a minha veia premonitória, não é que tinha levado calçados os meus melhores “mocassins”?

O nosso 2.0 é agora o Clube ! (lê-se chk)

O endereço mantém-se, mas o nome está em mudança.

Somos agora o Clube ! (chk), um nome já a preparar o futuro em que tenhamos um clube mesmo à séria, moradia do género com salão, indumentária refinada, mesas de jogo, máquina de café e um porteiro daqueles que impõem respeito. Então sim.




Mudámos de camisa, desviámos o risco no cabelo da esquerda para a direita, mas somos os mesmos. Ou antes, seremos melhores. Vamos lá ver se sim.

Viva o Clube ! (chk), pá.

Parabéns Atrasados ao Porteiro!!!!....

Confesso que queria colocar este post no grande dia - 05 de Novembro! Mas para animar o porteiro, tinha de ter o bolo ideal e esse não foi nada fácil de arranjar!... Um bolo banal não podia ser, mas um decorado com um urso como o que achei hoje, sem dúvida compensará o atraso! Pois é, o nosso porteiro adora ursos e eis um bolo especial só para ele.
E agora temos todos de cantar esta adaptação: Parabéns a você, "na outra data" querida, muitas felicidades, muitos anos de vida. Dia 5 foi de festa, cantam as nossas almas, para o porteiro Vítor, uma salva de palmas...

CLAP, CLAP, CLAP! CLAP, CLAP, CLAP! CLAP, CLAP, CLAP! CLAP, CLAP, CLAP! CLAP, CLAP, CLAP!

YYYEEEEEEEEE!!!!!!!!!!!

Beijos e Abraços, em nome de todos querido amigo

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Para animar o melhor porteiro do mundo!

Meu querido,

Gostava de deixar aqui uma linda história ou um poema, mas como não tenho os teus dotes para a escrita...fica um video humorístico! Se provocar um sorriso...já valeu a pena!

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Uma nova oportunidade: o Clube 2.0

O porteiro anda desiludido.
Pensou em abandonar o posto e até chegou a assinar o papel da resignação, em forma de carta aberta aos clubistas. Não, não queria aumento de ordenado, ou sequer o incremento das suas prerrogativas. Via-se era demasiadas vezes sem ter com quem falar.
Mas sentiu depois um sobressalto. E se a malta o que quer é uma remodelaçãozita?
Então vamos là: no dia 9 de Novembro, pelas 0:00, o Clube estará remodelado.
Ao contrário do que diria o personagem de Lampedusa (ou será de Luchino Visconti?), "por vezes temos de mudar as coisas para que tudo continue na mesma". Aqui, a mudança será pequena, mas o que é preciso é que tudo mude.
Se mesmo assim a malta não vier, então o melhor mesmo é demitir-se o governo, isto é o porteiro.

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

um guatemalteco pensativo


É impressionante de humanidade e de intensidade esta foto da Reuters que recolhi do Público on line, de um guatemalteco num cemitério, em celebração sabe-se lá por quem, pensando sabe-se lá em quê.

Um papo seco teria sido melhor

Há tempos, uma personalidade do nosso Jet Set referia, em entrevista à revista do Expresso, a ÚNICA, que a melhor refeição de que se lembrava tinha sido um simples papo seco, depois de passar não sei quantos dias perdido e esfomeado pelo deserto do norte de África.

Lembrei-me da história hoje mesmo. É que o Bull Dog, no Oeirasshopping, parecia poder ser uma boa alternativa à cantina. Mas não foi. E depois, a ideia de se comer coisa típica em shopping já seria de grande risco. E se foi.
O choco é para mim sempre uma instituição. Podem ser dos pequeninos, grelhados, fritos ou estufados. Pode ser do médio, frito, grelhado ou estufado. Mas, para mim, tem o animal de ser levado à séria.
Ora, no Bull Dog meteram-se com o choco frito. Eu ainda perguntei: veja lá que eu sou um especialista. O seu choco apresenta-se a um conhecedor? Respondeu a senhora com criatividade: os nossos clientes nunca reclamam. Como não conhecia quem tal dizia, confiei. Fiz mal. Nova lei: nunca se deve confiar em quem, no Oeirasshopping, nos disser que ninguém se queixa.
Vieram então umas coisas fritas em ovo, com uma volumetria vagamente sugerindo que se pudesse tratar de choco. Dolorosamente, testei cada pedaço, uns seis. O arroz de feijão estava até bonzito e só isso me fez persistir.
No final chamei a senhora e disse-lhe: nunca comi uma coisa como esta. Não deveriam sequer chamar-lhe de choco. O choque estampou-se-lhe. Cinco passos nervosos balcão adentro e remata, voltando triunfante: o meu chefe oferece uma sobremesa à sua escolha. Escolhi o pudim. Quase lhe perguntei se achava motivo para sorriso triunfal oferecer pudins quando a comida não prestava. Também ponderei sugerir que seria melhor dedicarem-se urgentemente a outro negócio.
Dez cêntimos de gorjeta depois, e eis-me a sentir, pela primeira vez em muito tempo, inesperadas saudades da cantina e da culinária relativamente previsível da Dª Fátima.

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

os clips do porteiro: em Outubro, os Black Seeds

Aqui o porteiro do Clube gosta de músicas, e já se percebeu que há muitos mais clubistas que também.
Aliás, a nossa Juke tem mostrado vezes sem conta o bom gosto geral, muitas vezes com a chegada de escolhas reveladoras de "inclinações" surpreendentes.
Claro que é preciso reconhecer que o porteiro e o clubista Zefm têm uns gostos mais estranhos. E não param quietos, porra.
Ora, mas resolveu então o porteiro começar uma nova rubrica, mensal, para destacar coisas boas em modo clip. Hoje é a melhor música por si descoberta em Outubro, este "Cool Me Down", dos neo-zelandeses Black Seeds. Poderia até chamar-se "Heat Me Up", de tal forma soou forte a estes ouvidos.
Ouvi-a a primeira vez há uma semana na OXIGÉNIO e desde então devo tê-la escutado mais umas 30 vezes.
Espero que gostem também.

PS - malta, é necessário mais listas para a Juke. De outro modo, ataco eu outra vez (e lá vão as audiências abaixo, já se vê).

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Sem Reservas

Este sábado fui ver o filme "Sem Reservas" e aconselho. Abrilhantado pela presença da bela Catherine Zeta Jones e do charmoso Aaron Eckhart, este filme é um misto de comédia, drama e romance!
Já agora, deixo uma dica para os meninos mais gulosos: As pipocas são essenciais, já que grande parte do filme é rodado à volta da comida e pode dar-vos a fomeca. :)

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

o Corpo humano

O Corpo humano é fantástico, não é?

Bem...alguns mais que outros!!!!!!!!

Um pouco de «Planet Terror» de Robert Rodriguez

Inspirado pelo "absolutamente iluminado" post de ontem da Clara (claro que merecemos Clara), junto mais uma acha para a fogueira que a Fergie provocou, (desta vez não concordo nada com o Vítor no comentário ao post da Clara).




Proponho para já que vejam estes poucos minutos do filme (aviso desde já que as pessoas mais impressionáveis não devem ver o último minuto do dito) e depois digam de sua justiça, ou seja, que pre-conceitos é que vos vêm à cabeça. Por exemplo:


a) Eu também já tive problemas com um Laguna.

b) A Fergie é uma autêntica desmiolada.

c) Sou vegetariano. Nunca comeria uma loura.

d) outros.

o ZEFM (em space sharing ao VRM)

Dietrich Fischer-Dieskau, Gustav Mahler e "Ging heut Morgen übers Feld"

Houve um dia em que também eu "cantei" esta canção de Mahler. Um pouco menos bem que Dietrich, é certo. A questão é que Dietrich é o maior barítono vivo... e eu não. Um dia, reunidos os condimentos certos, canto Mahler outra vez.
(Terá, naturalmente, de haver libreto e pianista à altura, necessariamente com mais que uma aula de teclas).

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Fotografia Digital já era!

Agora tirar fotografias toma uma nova dimensão!... E esta hein?!. Certamente diria o outro senhor!....

Fergie!


Não sei se merecem, mas aqui fica a menina da bagageira!... :)
Stacy Ann Ferguson, conhecida como Fergie, é uma cantora e actriz norte-americana.
Ficou mundialmente famosa por ser a voz feminina do grupo de Hip-Hop Black Eyed Peas. Fergie entrou no grupo em 2003 no álbum Elephunk, antes fazia parte do grupo Wild Orchid. Em 2006, lançou seu primeiro álbum solo, intitulado The Dutchess, que lhe rendeu sucesso absoluto no mundo.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

uma poesia de Brian Patten

Sometimes it Happens


And sometimes it happens that you are friends and then
You are not friends,
And friendship has passed.
And whole days are lost and among them
A fountain empties itself.

And sometimes it happens that you are loved and then
You are not loved,
And love is past.
And whole days are lost and among them
A fountain empties itself into the grass.

And sometimes you want to speak to her and then
You do not want to speak,
Then the opportunity has passed.
Your dreams flare up, they suddenly vanish.

And also it happens that there is nowhere to go and then
There is somewhere to go,
Then you have bypassed.
And the years flare up and are gone,
Quicker than a minute.

So you have nothing.
You wonder if these things matter and then
As soon you begin to wonder if these things matter
They cease to matter,
And caring is past.
And a fountain empties itself into the grass.



(transcrito - sem permissão - do magnífico ABRUPTO, de J. Pacheco Pereira)

função: Espantalho



"Os CD foram feitos para reproduzir música, mas há sempre quem lhes dê outros usos. Há quem os pendure no espelho retrovisor do carro, pode haver quem os use como arma de arremesso e há agora quem os use para espantar a passarada das plantações. Foi exactamente isso que fez a família Chino, em Rancho Santa Fe, na Califórnia."

Foto: Mike Blake/Reuter

(foto e texto transcritos do "Público" on line)

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Novidades e Nostalgias da DJ Clara!

Quando o Vítor nos pediu mais músicas, pensei em colocar mais uns ritmos diferentes do Pop/Rock e que já me fizeram rodopiar em algumas pistas de dança, antes de conhecer a salsa! Pois é, há uns aninhos, eu fui dançarina amadora, ia a campeonatos e tudo! Nessa altura, as minhas bandas sonoras passavam por músicas latinas como cha-cha-cha, jive, paso doble, rumba e samba, e pelas mais clássicas como valsa inglesa, valsa vienense, tango, slowfox e quickstep! Uiii, k saudades eu tenho de dançar estes ritmos no meu vestido preto à anos vinte cheio de franjinhas ou no encarnado mais ousado e cheio de brilho e até no vestido rosa de princesa que tinha para as danças clássicas! Confesso que quando vou ao sótão fico lá a olhar para os porta-vestidos e tenho saudadinhas, oh se tenho!!!!.... Da agitação do balneário, do nó e frio na barriga antes de entrar em pista, a emoção de ver que o júri nos estava a pontuar... Passar à eliminatória seguinte... Foi, sem dúvida, uma experiência diferente. Já voltei a sentir esse friozito na barriga quando fiz umas exibições de salsa há uns 3 anos, mas quem sabe se um destes dias não volto a fazê-lo para voltar a sentir toda esta emoção, tão recompensada pelas palmas no final!... Quem sabe!...

Voltando à música e ao porquê desta selecção semanal de Novidades e Nostalgias, pensei melhor e decidi colocar algo mais audível para os vossos ouvidos... Em conversa de café, falávamos dos êxitos de quando éramos miúdas e miúdos, daí pensei fazer um mix de músicas actuais que gosto e outras menos novas, mas que já marcaram o seu tempo. Intercaladas, elas aí estão esta semana. Espero que agradem e que as mais saudosas vos façam recordar algumas boas memórias...

E sim Beta escolhi o Final Countdown... :) Que miúda é que não teve inveja das longas, belas e bem cuidadas cabeleiras dos músicos dos Europe e em especial do vocalista. Quem não abanou a cabeça e fez voar os cabelos ao som desta música, gostando dela ou não? Eu em casa na sala, que na altura não tinha idade para outra coisa.... Mas também podes ver que escolhi os A-Ha e o seu inesquecível Take on me. Que videoclip.... Sempre que passava na TV, lá ia eu ver os borrachos a entrar e a sair do cenário de banda desenhada a preto e branco!...

a nossa Jukebox engasga-se

Queridos clubistas. A nossa Juke engasga-se muitas vezes. Isso sucede sobretudo em linhas telefónicas de baixo débito, como algumas que bem conhecemos. Em linhas de transmissão com débito médio, sejam de cabo ou ADSL, a Juke já canta (quase sempre) bem.
Não sou expert, mas creio que nas linhas de baixo débito o comportamento depende da intensidade instantânea de utilização, numa bem conhecida equação do género "se este pão dividir por 5 comerei mais do que comeria se o dividisse por 50". Será mais ou menos assim, eu acho.
A bem por isso dos que às vezes dividem as linhas fracas por menos e daqueles que escutam em linhas médias (para já não falar dos desalmados que têm o privilégio das linhas de alto débito), acho que devemos manter a Juke. Ou não?