quinta-feira, 6 de setembro de 2007

"Una Furtiva Lagrima", por Pavarotti


Deixem-me dar um viva à voz bela e grande de Pavarotti e um viva ainda maior a todos os grandes compositores, quase deuses, que ele ajudou a imortalizar.
Pavarotti teve como grande mérito levar o seu canto brilhante, a sua voz belíssima, a públicos que sem ele nunca teriam escutado Verdi, Rossini, Puccini, Bellini, ou este Donizetti (aqui num trecho da ópera "L'Elisir D'Amore"), quase sempre em forma de recitais que eram autênticos "best of" do canto lírico italiano.
Luciano ajudou-nos a perceber melhor, porque o demonstrou como poucos antes, que a música que alguns chamam erudita, outros clássica, pode viver também fora dos palácios de nobres, dos salões antigos e modernos dos mais ricos, dos ambientes de visons e lantejoulas.
Pavarotti viveu a música, nestes seus últimos 30 anos de vida, como alimento espiritual para todos, trazendo-a para os lugares que as massas podem e preferem frequentar.
Ouçam uma e outra vez esta "Una Furtiva Lagrima", caros clubistas.

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